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YAOHÚSHUA O NOME QUE SALVA
Postado em: 16/03/2011 às 21h28
TAMANHO DA FONTE  A- A+
MULHER PASTORA
FILHA LEGÍTIMA DO TRIÃNGULO AMOROSO ENTRE O LIBERALISMO TEOLÓGICO, FEMIINSMO E FILOSOFIA UNISSEX

 

    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Os que defendem o ministério pastoral para mulheres alegam que a autoridade eclesiástica de hoje é fruto de uma cultura machista   judaico-primitiva, e para justificar esta posição usam Gálatas 3:28, e dizem que agora, na luz do século 21, devemos   reverter isso. Ora, da   mesma forma como se alega que as mulheres têm o mesmo   direito   dos    homens (usando-se o texto   bíblico   fora do seu   contexto - Gl.3:28), os homossexuais   também têm. Se    as    mulheres   podem   ser   pastoras,   os    homossexuais    praticantes     também   podem, pois como alegam que, ser pastora não é uma questão teológica, e sim cultural.    
Já existe   na   Capital   de   São   Paulo  "Igrejas" dirigida e freqüentada por homossexuais. Ali, homossexuais praticantes são ordenados ao ministério. Se a oposição ao ministério de mulheres é apenas fruto de uma cultura machista judaico-primitiva, então, assim como as mulheres, os homossexuais e lésbicas poderão ser consagrados ao ministério pastoral, sem que se exija deles uma   mudança   em seu   estilo   de   vida, afinal, sob   este   novo conceito o que eles fazem não é mais   pecado. Será ? (1 Cor.6:9-11) Só, que a luz da regra áurea de Mateus 7:12,   se   defendermos   esta   posição   em   favor   da "igualdade", então    teremos   que pedir desculpas   aos   homossexuais,   lésbicas   e   travestis, (entre outros)   pois o que fazem não   é pecado, pois se trata   apenas de uma questão cultural, e não teológica, o que   não corresponde a verdade do Senhor Jesus (Gn.1:27;Rm.1:24,27). 
                                                                                                                                                                                                                                                                 Quando o   Apostolo são   Paulo   argumenta    contra   a   autoridade   da   mulher,   ele não menciona costumes culturais, mas apela para argumentos teológicos. Ele cita a submissão dos anjos e apela   para a   própria criação (1Co.11:7-10,14).
 
Os que apóiam o ministério de mulheres atropelam uma série de textos bíblicos tais como:
 
"E ele (Jesus) deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres" (Ef.4:11)."e vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência" (Jr.3:15).

"E levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e nunca mais temerão, nem se assombrarão, e nem uma delas faltará, diz o Senhor" (Jr.23:4).

"Lembrai-vos dos vossos pastores, os quais vos falaram a palavra de Deus, e, atentando para o êxito da sua carreira, imitai-lhes a fé" (Hb.13:7).

"Obedecei a vossos pastores, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil" (Hb.13:17). " (Leia: Ef.4:11; Hb.13:7 e 17).
 
A verdadeira Igreja de Jesus Cristo têm pastor, e não pastora. O apostolo Paulo ordenou apenas homens ao presbitério (At.14:23); Nenhuma   mulher foi chamada para   acompanhar   Paulo   e   Barnabé (At.13:1-3); O Espírito Santo constituiu bispos e não bispas (At.20:28); em Filipos haviam bispos e diáconos, não havia bispas e diaconisas (Fp.1:1); Paulo não   ensinou   ordenação de mulheres (1Tm.3;1-5).     
                                                                                                                
 A consagração ao ministério era realizado por intermédio do presbitério, que era composto de homens (1Tm.4:14; 5:17,22); em Creta, onde haviam muita imoralidade (inclusive homossexualismo e lesbianismo), apenas homens foram prescritos para o presbitério (Tt.1:5) Pedro não menciona mulheres presbíteras em suas cartas (1Pe.5:1-4); Tiago não incluiu   as mulheres entre os presbíteros, para fazerem orações de fé (Tg.5:14).   A carta aos Hebreus também não   menciona   mulheres entre os pastores ou presbíteros (Hb.13:7,17).
 
APOSTOLAS.   [O Senhor Jesus Cristo   tinha   muitas discípulas entre as mulheres tão fiéis   e   valorosas   quanto, e até mais que, os discípulos homens, porém, Ele   escolheu   apenas   homens   para   serem os lideres   da novel igreja cristã, e o motivo não foi questões culturais, pois Ele   quebrou muitas   e   mais sérias questões culturais e religiosas de sua   época. Os Apóstolos orientados por Pedro, quando foram escolher o   substituto pa ra   Judas,as mulheres estavam presente, mais eles escolheram por sorte à Matias. (Atos1:14,21-26.)]         
                                                                                                                               
DIACONISAS.   Grande era o numero de mulheres    convertidas   ao   cristianismo,   e     presente   nos   maiores acontecimentos   envolvendo   a   igreja,   como   quando   os   doze   convocando os   discípulos mandou que eles escolhessem dentre eles, sete homens, (e não sete mulheres).(Atos6:1-3)  
                                                                                                                                                                                                
PASTORAS OU BISPAS. [Paulo   tinha   mulheres de valor igual ou muito maior   do   que   os homens que trabalhavam com ele, todavia, não vemos nem Paulo, e nem nenhum outro apostolo, da    igreja   do Novo Testamento, ou mesmo por ação direta do Espírito Santo falando   a   igreja   como   no   caso   de Paulo e Barnabé, estabelecendo ou mesmo reconhecendo mulheres na   função   pastoral]. Muito   pelo   contrário,   vemos   que todas as instruções para o pastorado ou diaconato são dirigidas a homens, que o bispo [e não bispa ou pastora] deve ser "esposo de uma só mulher","que governe bem a sua própria casa", que em caso de problemas "chame os presbíteros da   igreja" etc." (1 Tm 3:2,4 ,12; Tg 5:14). Percebe-se,    por     está     breve     introdução,   que    mulher   no   pastorado   ou diaconato não é uma questão cultural ou de discriminação " machista", mas é   algo   que claramente   fere a sã doutrina, e a vontade de Deus revelada na bíblia.(Rom.1:25; Sal. 56: 5) Assim se comportou a Igreja do Senhor Jesus   Cristo coluna   e   baluarte    da verdade (1Tm.3:15), fundamentada e mantida ao longo dos séculos sobre a doutrina   dos Apóstolos. (Efe.2:20) Assim,    pois,   irmãos,   estai   firmes    e conservai   as   tradições   que   vos   foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa (2 Tes.2:15).       
                                                                                                                                           
Os adeptos da   ordenação de mulheres ao santo ministério, alegam   que   na doutrina do sacerdócio de todos os crentes (Apc 1:6). Está contido o direito de qualquer crente, seja   homem ou mulher de exercerem o pastorado. Isto não passa de um pretexto pois, o que está biblicamente contido na doutrina do   sacerdócio   do verdadeiro crente é o direito dele entrar e sair da presença de Deus, sem a necessidade de intermediários humanos.(Efes.2:18) Porém, daí deduzir que qualquer crente pode receber   o chamado para ser pastor, inclusive mulher, é ir além do que o supremo criador estabeleceu como cadeia de liderança.
 
A maneira como Deus organizou   a   cadeia   de   liderança entre anjos e homens não é baseada no valor pessoal intrínseco de nenhum dos contemplados com esta   ou   aquela vocação, nem no privilégio sacerdotal do advento da nova aliança, de se poder entrar na sua presença em   livre intercessão, ou seja, Deus decidiu soberanamente e por pura graça, quem seriam querubim   e   quem   seria   apenas anjo, quem   seria   o   cabeça do lar e quem se submeteria a cabeça deste lar, quem lideraria a igreja e   quem   se submeteria (1 Co 11:3-9; 14:34-35). De   modo   que o fator   liderança /submissão e   escolha de um dos   sexos   para   vocações específicas, do ponto de vista Divino em nada depende do valor pessoal intrínseco   e   nada   tem a   ver   diretamente   com   o   sacerdócio do crente sob  a nova aliança, mas dependente do escolher soberano de Deus.
 Uma outra alegação, é de   que para ser   pastor é só fazer parte do sacerdócio real [ser crente], todavia, não basta só isto, o candidato deve estar na categoria que Deus escolheu    para o pastorado ou liderança da sua igreja na terra.(Efe. 4:11) Pois o pastorado é uma vocação e ao mesmo tempo um ofício que deve ser, e é claramente distinguindo na Bíblia da questão do valor real do ser humano, seja ele homem ou mulher.(1Tit.1:5-9)
 Não fazer distinção entre posição e personalidade  é   cometer   um   terrível   equívoco. Um homem que tem a posição de pastor não é necessariamente  melhor ou de maior valor como pessoa do que outro homem ou mulher que não tenham o ofício pastoral. A Bíblia esclarece : ".. não pode haver... homem ou mulher...em  Cristo Jesus", "[ambos] ...herdeiros da mesma graça de Vida..." (Gl 3:28; I Pe 3:7). De modo que "em Cristo" o valor pessoal   de alguém não depende do ofício, posição ou vocação que exerce.
 
Mulher que se sente rebaixada porque "não lhe permitem" ser pastora, tem um complexo de inferioridade descabido e anti-bíblico e precisa ser liberta  .
 
As "feministas cristãs", que lutam pelo  pastorado, acham   que   têm   esse   direito, baseadas   no argumento do silêncio, ou seja, Alegam, que a Bíblia não diz nada   diretamente   a   favor   ou   contra o pastorado feminino.
Adotar este argumento é agir de modo preconceituoso  e   arbitrário,   rejeitando por   interesses pessoais e anti-bíblicos. (Sal.56:5) O fato da Bíblia   não   registrar   nenhum   caso de mulher em função de liderança   eclesiástica sobre homens é um   forte   indicativo   de   que   o   pastorado feminino não é plano de Deus para as mulheres.
 
O patriarca das 12 tribos de Israel [Jacó, tinha uma   filha e doze filhos, Deus escolheu somente os doze filhos, e se isso é machismo, e as feministas o vêem como uma   injustiça,   terão   de   explicar esta deficiência de Deus ].
É crescente o movimento em prol da ordenação  de mulheres ao pastorado, por causa do liberalismo teológico, Movimento Feminista [que teve seu berço no meio evangélico em 1848, meados do século 19 com a convenção de mulheres na capela da   igreja   Wesleiana   Metodista    em    Seneca   Falls, New York, nos EUA.] e, tem sido   feito   uma   releitura   dos   textos   bíblicos que falam dos papeis das mulheres e dos homens na igreja, a partir   de   uma    hermenêutica alegórica e   de   uma   perspectiva   cultural acomodada   ao humanismo que despreza o aspecto   literal do texto.   [e não medem esforço na tentativa    de   adaptar a Bíblia aos movimentos culturais   seculares,    por     isso,    rejeitou-se    uma    leitura    literal   da   Bíblia   e   adotou-se   como   hermenêutica,   a interpretação   alegórica   da   Bíblia], surgindo assim a metodologia ideal para se torcer textos literais da Bíblia, com a desculpa de contextualização cultural. (Sl.56:5; Apc.22:18)
A Filosofia Unissex [que procura deliberadamente   acabar   com as naturais distinções entre os sexos e promover uma moralidade permissiva e antibíblica ] tem exercido pressão   e   levado muitos a trocar conceitos bíblicos por conveniências   culturais. Tipo a    versão da bíblia denominada   de “politicamente correta”, anunciada pela a Oxford University Press, da Inglaterra. Onde aberrações    teológicas, estão contidas como, colocar Deus sem sexo definido, que deixa de ser Pai (Mal.1:6) para ganhar a versão de   bissexual de Pai-Mãe. Jesus Cristo não é o “filho do homem” , mas “o humano”. Até às referências    às trevas e à luz foram retiradas, pois foram julgadas preconceituosas  em relação aos negros. Como,   se   não   bastassem as religiões que já produzem suas próprias versões da bíblia sagrada     defendendo    seus     pontos   de    vista     doutrinários    e     teológicos. E, ainda os movimentos religiosos, sociais e culturais que organizados se insurgem contra   o   texto sagrado com o intuito de adaptá-lo, e assim apoiar seus interesses. Por    isso   a    recomendação    do    Apostolo    da   Igreja      aos   tessalonicenses. Assim, pois, irmãos, estai firmes e   conservai as tradições   que   vos   foram   ensinadas,   seja   por   palavra, seja por epístola nossa.(2:15) E,   prossegue: mas, ainda   que   nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema.(Gal.1:8) . 
        
GALATAS 3:28
 
Esta passagem, aclamada pelos feministas como a "Carta Magna da Humanidade",(13)  é, sem dúvida, a mais usada pelos defensores da ordenação de pastoras:  (Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo).
A abordagem igualitarista tradicional desta passagem interpreta a expressão "porque todos vós sois um em Cristo Jesus" ( pa/ntej ga\r u(mei=j ei(=j e)ste e)n Xrist%= )Ihsou=) como significando "porque todos vós sois iguais em Cristo Jesus". Ou seja, interpretam o adjetivo pronominal cardinal e(=ij ("um") no sentido de "igual". De acordo com os igualitaristas, esta passagem mostra, então, que estão abolidas todas as diferenças na Igreja provocadas por raça, posição social e sexo. Com a vinda de Cristo, acabou-se a distinção entre judeus e gentios, entre escravos e livres, e entre homens e mulheres: todos são aceitos na Igreja, inclusive para exercer atividades, como iguais.(14)  Assim, argumentam, em Cristo voltamos ao propósito original de Deus na criação, que foi a plena igualdade entre o homem e a mulher. A subordinação da mulher ao homem, continuam, foi resultado posterior da queda (Gn 3.16b), e não fazia parte da criação de Deus. Cristo veio abolir a maldição imposta pela queda, e nele todas as dimensões da maldição imposta à mulher quedam-se anuladas. Impedir que as mulheres exerçam o oficialato, argumentam, seria introduzir uma distinção na Igreja baseada em sexo, o que contraria frontalmente o ensino de Paulo nesta passagem .
 
1. O CONTEXTO DA PASSAGEM
 
Não se pode discordar de que o Evangelho é o poder de Deus para abolir as injustiças, o preconceito, a opressão, o racismo, a discriminação social, bem como a exploração machista. E nem se pode discordar de que Cristo veio nos resgatar da maldição imposta pela queda. A pergunta é se Paulo está falando da abolição da subordinação feminina e de igualdade de funções nesta passagem, ou seja, se está dizendo que as mulheres podem exercer os mesmos cargos e funções que os homens na Igreja, já que são todos aceitos sem distinção por Deus através de Cristo, pela fé. A interpretação igualitarista de Gálatas 3.28 esbarra em alguns problemas exegéticos. Primeiro, o do contexto. Paulo escreveu Gálatas para responder a questões levantadas pela doutrina da justificação pela fé em Cristo em face às demandas da lei de Moisés, e ao papel da circuncisão, do calendário religioso dos judeus, e das suas leis dietárias.
 
No capítulo 3 Paulo está expondo o papel da lei de Moisés dentro da história da salvação, que foi o de servir de aio, para nos conduzir a Cristo (Gl 3.23-24). Com a vinda de Cristo, continua o apóstolo, os da fé não mais estão subordinados à lei de Moisés: pelo batismo pertencem a Cristo (3.25-27). A abolição das diferenças mencionadas no versículo em questão (3.28) são em relação à justificação pela fé. Todos, independente da sua raça, cor, posição social e sexo, são recebidos por Deus da mesma maneira: pela fé em Cristo. Portanto, Gálatas 3.28 não está tratando do desempenho de papéis na igreja e na família, mas da nossa posição diante de Deus. O assunto de Paulo, portanto, não são as funções que homens e mulheres desempenham na Igreja de Cristo, mas a posição que todos os que crêem desfrutam diante de Deus, isto é, herdeiros de Abraão e filhos de Deus.(15) 
 
ATOS 2:16-18  
Esta passagem é parte do sermão de Pedro, no dia de Pentecostes, quando ele cita o profeta Joel para explicar o que acabara de acontecer consigo, e com os demais discípulos de Jesus em Jerusalém, quando o Espírito Santo veio sobre eles (At 2.1-4). Citando Joel, Pedro diz:
E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão (At 2.17-18 - minha ênfase).
Os igualitaristas observam que a profecia de Joel citada por Pedro inclui as filhas e as servas, tanto quanto os filhos e servos na recepção do dom do Espírito Santo. E argumentam que não pode haver qualquer distinção quanto ao serviço a Deus baseada em sexo, já que as mulheres receberam o mesmo Espírito (e certamente, os mesmos dons) que os homens, o qual foi dado para capacitar a Igreja ao serviço. A argumentação prossegue mostrando que na igreja apostólica as mulheres oravam, profetizavam (cf. At 21.9, as quatro filhas de Felipe que eram profetizas), falavam em línguas, serviam (Rm 16.1, Febe), evangelizavam, tanto quanto os homens. Algumas tinham igrejas reunidas em suas casas (At 12.12). Priscila, por exemplo, chegou a ensinar a Apolo o caminho de Deus com mais exatidão (At 18.26). Pentecostes argumentam, é a abolição das distinções de gênero na Igreja, pois ao dar às mulheres o mesmo Espírito que aos homens, Deus mostrou que elas devem ser admitidas aos mesmos níveis de serviço que eles. Mas não é tão simples como parece. Se as mulheres exerceram os mesmos ministérios que os homens no período da Igreja apostólica, por que não há nenhuma menção no Novo Testamento de apóstolas, pastoras ou bispas? Por que não há qualquer recomendação de Paulo quanto à ordenação de mulheres, quando instrui Timóteo e Tito quanto à ordenação de presbíteros? Basta uma leitura superficial das qualificações exigidas por Paulo em 1 Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9 para se ter à impressão de que o apóstolo tinha em mente a ordenação de homens: o oficial deve ser marido de uma só esposa, deve governar bem a sua casa e seus filhos (função do homem, nos escritos de Paulo, cf. Efésios 5.22-24).
 
 A HERESIA DE ÉFESO
 
Essa interpretação tem o apoio do contexto da carta. É consenso entre os estudiosos que Paulo a escreveu para instruir Timóteo a combater uma perigosa heresia que havia se infiltrado na igreja de Éfeso, que estava sob a sua responsabilidade. Paulo não dá muitos detalhes na carta sobre a natureza dessa heresia, provavelmente porque Timóteo estava perfeitamente a par do problema. Uma reconstrução cautelosa nos revela os seguintes pontos:
 
1)  Os falsos mestres em Éfeso estavam semeando dissensões e se ocupando com trivialidades (1 Tm 1.3-7; 6.4-5; cf. 2 Tm 2.14, 16-17, 23-24).
 
2) Os falsos mestres ensinavam que a prática ascética era um meio para se alcançar uma espiritualidade mais elevada. Estavam ensinando a abstinência de certas comidas, do casamento, e do sexo em geral (1 Tm 4.1-3). Possivelmente estavam ensinando que o treinamento físico também servia para se alcançar esta espiritualidade (1 Tm 4.8). 3) Várias mulheres da igreja estavam seguindo os falsos mestres e seus ensinos (1 Tm 5.12,15; cf. 2 Tm 3.6-7).4) Aparentemente, os falsos mestres estavam encorajando tais mulheres a trocarem o seu papel costumeiro no lar por uma atitude mais igualitária com respeito a seus maridos, e aos homens em geral. O programa dos falsos mestres incluía denegrir o casamento, e isso certamente induziria ao abandono das funções tradicionais da mulher no lar. Algumas evidências sugerem esta interpretação. Em suas instruções às viúvas, Paulo determina que as mais novas se casem, tenham filhos e cuidem das suas casas (1 Tm 5.14), visto que já "algumas se desviaram, seguindo a Satanás" (5.15). Desde que Paulo considera o ensino dos falsos mestres como sendo "ensino de demônios" (4.1-2), segue-se que ir após Satanás seria aceitar o ensino dos falsos mestres em oposição ao que Paulo ordena em 5.14. Uma outra evidência é 1 Timóteo 2.15. Embora não saibamos com exatidão o que Paulo quer dizer com "será salva", está claro que o apóstolo está insistindo no papel natural da mulher como mãe, uma insistência que se torna óbvia quando pensamos no ensino dos falsos mestres desvalorizando o casamento.
Embora não saibamos os motivos com exatidão, transparece claramente que o ensino dos falsos mestres em Éfeso incluía a rejeição dos papéis tradicionais das mulheres no casamento, e um encorajamento a que elas reivindicassem papéis iguais na igreja e nos lares. A situação parece bastante similar à da igreja de Corinto, onde as mulheres procuravam exercer no culto funções até então privativas dos homens cristãos. É contra este pano de fundo que Paulo determina às mulheres da igreja de Éfeso que aprendam em silêncio, que não ensinem nem exerçam autoridade sobre os maridos, e que estejam em perfeita submissão,(como fica o marido,que tem como pastor sua propia esposa?) (1 Tm 2.12).(31), Por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira, e para que sejam julgados todos que não creram na verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. (2ºtes.2:10-15)
 
Pesquisa:
Fontes:Web,Bíblia Versão de Almeida.
Facilitador:Pr. JotaCarlos

 



 
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