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Reino de Yßohuh/Reino dos Homens
Postado em: 17/03/2011 Ós 16h10
TAMANHO DA FONTE  A- A+
YAOH┌SHUA GOVERNO DE Y┴OHUH UL
GOVERNO DE Y┴OHUH UL PARA 0 NOVO MUNDO (NOVA TERRA E NOVO C╔U) Apc.21:1

 

                                                                                                                                                         

 O SEU REINO (GOVERNO), JÁ ESTÁ  EM NOSSO  MEIO, CUJA FINADILIDADE É COLONIZAR (EVANGELIZAR), UM POVO PARA A NOVA TERRA (Apc.21:1), O REINO DE  SEU PAI. Mat.4:17


                                                         REINO DE YÁOHUH UL

INTRODUÇÃO:
YÁOHUH preparou um povo para a vinda do messias; esse povo foi instruído a aguardar o cumprimento das profecias; João Batista foi o arauto de Deus, enviado para proclamar a chegada do Messias, inaugurando a chegada do reino de Deus na terra. Jesus veio implantar o Reino de Deus como luz do mundo, foi apresentado no batismo de João (Jo.1:29), proclamando o arrependimento.
Mateus, chamado Levi, era cobrador de impostos, judeu, na Galiléia. A característica predominante do seu evangelho, é a visão de lesus, como Rei prometido. O evangelho ou boas novas da salvação é para os judeus e posteriormente para todo o mundo.O propósito do Evangelho é mostrar que Jesus, a quem os judeus mataram, é o messias prometido.Nos capítulos 5 a 7, é manifestado o Reino de Deus, objeto de estudo desta apostila.O sermão da montanha nos diz quem são os súditos do reino, quais as suas verdades fundamentais e como se encontra neles.O manifesto do Rei, também fala da doutrina e do caminho para o Reino, com as direções e os avisos.
Mt.6:33: Uma das frases fundamentais mais características do Evangelho: Buscar o Reino de Deus quer dizer confiar de entrar nele pessoalmente e, então, convidar outros.A justiça de Deus é aquela perfeita justiça de Cristo que Ele imputa a todo crente (Rm.3:21-22).
As coisas referem-se principalmente às necessidades da vida, mencionadas nos versículos 25 e 31 que tão somente se tornam a maior preocupação do homem. Os gentios com suas atitudes mundanas e profanas é que se preocupam. Deus garante o sustento material de todos quantos cumprirem as condições ditadas por Ele e muitas vezes provê muito mais. Assim, o cristão não deve preocupar-se com o futuro, pois o presente já traz dificuldades e tentações.
Mc.1:15: Jesus começou a proclamar as boas novas de Deus que já passara o tempo da esperança e que já tinha chegado o anelado Reino de Deus. A luz do advento deste reino era que todos se arrependessem e cressem, o que expressava a responsabilidade deste governo divino no coração humano e na sociedade.
Mt.5:3-11: No início, quanto aos pobres de espírito, o Evangelho anela aos que compreendem sua necessidade e estão prontos a depender de outros para as necessidades da vida espiritual. (ls.57:15).
• Os que choram, refere-se aos que estão convictos do pecado ou que lamentam a condição pecaminosa do mundo (ls.61:3 e SI.126:5).
• Os mansos, refere-se aos que se interessam pelo próximo;famintos e sedentos na nova terra conforme (2 Pe.3:13 e 51.37:11).
• Os limpos de coração (51.24:4; 51:10; 73:1), onde Deus requer a pureza das almas, o que é somente possível pelo novo nascimento e que verão a Deus, conforme (Jo.14:9; 1 Jo.3:2).
• Os pacificadores, reflete os que efetuam a paz entre Deus e os homens, por meio de Cristo, pela proclamação aos homens da reconciliação do evangelho e também compreendendo a paz entre os
homens, apesar do cristão ser alvo de perseguições.
Lc.6:20-23: A narrativa de Lucas começa com as bem-aventuranças, seguida por uma série de “ais”, salientando o contraste de caráter entre aqueles que pertencem ao Reino de Deus e aqueles que
vivem para o mundo presente, e por outro lado, o contraste entre a felicidade que é a porção de uma
classe e a miséria que aguarda a outra classe.
ANÁLISE DE TEXTO 1
* MT 6:33 - Mas, buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
BUSCAI - Grego “ zeteo”- Significa procurar a fim de encontrar,para descobrir pelo pensamento, meditação, raciocínio;investigar com empenho; empenhar-se em procurar e requerer, pedindo enfaticamente, algo de Deus.                                                                                                                                                                                     (PRIMEIRO - Grego “próton” – Significa primazia em tempo,lugar em qualquer sucessão de coisas/pessoas, primeiro em posição, influência e honra.
REINO - Grego “ basiléia” - Significa poder real, realeza, domínio, governo; diferente dos reinos existentes na atualidade. Refere-se ao direito ou autoridade para governar sobre um reino, do poder real de Jesus como o Messias triunfante e do poder real e da dignidade conferida aos cristãos no reino do Messias.
JUSTIÇA - Grego “dikaiosune” - Significa: estado daquele que é como deve ser, justiça, condição aceitável para Deus pela doutrina que trata do modo pelo qual o homem pode alcançar um estado aprovado por Deus em integridade; virtude; pureza de vida; justiça; pensamento,sentimento e ação corretos e num sentido restrito, justiça ou virtude que dá a cada um o que lhe é devido.
TODAS AS COISAS - Grego ” tauta”-Significa cada, todo, algum, geralmente usada para significar que Cristo redimiu alguns de todas as classes - alguns judeus, gentios, ricos, pobres e não restringiu sua redenção a judeus ou gentios.
SERÃO ACRESCENTADAS - Grego “ prostithemi“ – Significa adicionar /juntar-se em companhia, o número de seguidores ou companheiros de Jesus.PELA EXEGESE: O sentido é:Se empenhe, primeiramente em honra a Deus, Meditando,pedindo a Ele, honrando-o, que Ele governe com poder a tua vida, de maneira que seus sentimentos e ações sejam corretos para que você possa ser um  dos redimidos que verdadeiramente se juntou aos seus seguidores.
OBS: JERUSALEM:No hebráico `Yaohushuaoleym;  `Yaohushuaoleym raramente significa ensino de paz;No grego Hierosoluma -Significa:habita em você paz. Temos que fazer com que os critérios da vinda do Reino de Deus sejam realizados e praticados por nós.
ANÁLISE DE TEXTO 2:
* MC 1:15 - : O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos. e crede no evangelho.
TEMPO - Grego “kairos” – Significa a crise, a esperada época decisiva; tempo oportuno.CUMPRIDO - Greqo “ pleroo” – Significa tornar perfeito; realizar, cumprir, e fazer a vontade de Deus (tal como conhecida na lei) ser obedecida como deve ser, e as promessas de Deus (dadas pelos profetas) receber o cumprimento.
PROXIMO - Grego “ eggizo” – Significa aproximar-se para juntar uma coisa a outra.
ARREPENDER - Grego “ metanoeo” - Significa mudar a mente para melhor;emendar de coração e com pesar os pecados passados.
CREDE – Grego “ pisteuo” - Significa ter confiança numa relação moral/religiosa em convicção e verdade,impelido por uma prerrogativa interna e superior da alma a confiar em Jesus ou Deus como capaz de ajudar e fiel,seja para obter ou para fazer algo.
EVANGELHO – Grego “ euaggelion” - Significa as boas novas do reino de Deus que acontecerão em breve, e, também de Jesus, o Messias,fundador deste reino. lnclui a morte e ressurreição dele, sua exaltação divina e a proclamação da graça de Deus manifesta e garantida em Cnsto, que demonstrou sua posição messiânica pelas suas palavras, obras e morte.
PELA EXEGESE: Nesta crise,cumpra perfeitamente a vontade de Deus,que tem autoridade para juntar coisa com coisa de sua vida. Mude sua mente e confie na fidelidade de Jesus porque Ele em breve demonstrará sua garantida ação vitoriosa.
ENTENDENDO O REINO DE DEUS:ANALISANDO O SERMAO DA MONTANHA:
Jesus tinha conhecimento de sua intima relação com Deus, de ser seu filho e de ser o Messias. O seu Reino é algo dinâmico que acontece. Não basta discutir a Lei, mas agir conforme o que Deus nos determina.
JESUS INVERTE OS VALORES SOCIAIS: O Sermão da Montanha aborda o contraste sobre a felicidade terrena e a espiritual, nos dizendo quem faz parte do Reino:
ANÁLISE DE TEXTO 3:
* MT.5:2-12: E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
a) Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;

BEM-AVENTURADO – No hebráico “ ‘esher” e no Grego “ makarios” – Significa feliz.
POBRES – Grego “ ptochos” - Significa impotente para realizar um objetivo,destituido da riqueza do aprendizado e da cultura intelectual que as escolas proporcionam (pessoas desta classe mais prontamente se entregam ao ensino de Cristo e mostram-se prontos para apropriar-se do tesouro
celeste).                                                                                                                                                                       ESPIRITO – Grego “ pneuma” – Significa personalidade e caráter, espírito racional, o poder pelo qual o ser humano sente, pensa, decide, a disposição ou influência que preenche e governa a alma de alguém; a fonte eficiente de todo poder, afeição, emoção,desejo.
CÉUS – Grego “ ouranos” – Significa alcom com idéia de elevação, região acima dos céus siderais, a sede da ordem das coisas eternas e consumadamente perfeitas, onde Deus e outras criaturas celestes habitam.b) Bem-aventurados os que choram porque eles serão consoIados;
CHORAM – Grego “ pentheo” – Significa Iamentar pelos outros ou algo;
CONSOLADOS – Grego “ parakaleo” - Significa receber coragem, fortalecimento e  instrução(ensino).
c) Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
MANSOS – Grego “ praus” - Significa ter disposição de espírito para aceitar a forma de Deus lidar conosco como a melhor, sem disputar ou resistir. No AT, os humildes são aqueles que confiam inteiramente em Deus, mais do que em suas próprias forças, para defendê-los contra toda injustiça. Assim, a atitude humildade para com os ímpios implica em saber que Deus está permitindo as injúrias que infligem, que Ele os está usando para purificar seus eleitos, e que livrará Seus eleitos a Seu  tempo. Bondade ou humildade são opostos à arrogância e egoísmo e originam-se na confiança na bondade de Deus e no Seu controle sobre a situação. A pessoa bondosa não está centrada no seu ego. Isto é obra do Espírito Santo, não da vontade humana.
HERDAR – Grego “ kleronomeo” – Significa receber a porção designada, receber um porção como participante do Reino.
TERRA – Grego “ ge” – Significa lugar estável,como um todo, habitado, residência de homens, circundada com limites fixos.
d) Bem-aventurados os que têm fome e de justiça porque eles serão fartos;
FOME – Grego “ peinao” - (Significa á idéia de trabalho árduo; “definhar”);desejar ardentemente, buscar com desejo impetuoso.
SEDE – Grego “ dipsao” – Significa figura daqueles que, sedentos, sentem dolorosa necessidade, anseiando as coisas pelas quais a alma é refrescada, apoiada e fortalecida.
FARTOS – Grego “ chortazo” – Sentido de saciar, satisfazer ,nutrir, realizar ou satisfazer o desejo pessoal e/ou de alguém.
e) Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdias.
ALCANÇAR - Sentido de contemplar certamente.
MlSERlCÔRDlA – Grego “ eleeo” - Significa ajudar alguém aflito ou que busca auxílio.
f) Bem-aventurados os limpos de coração porque eles verão a Deus;
LIMPOS – Grego “ katharos” - Significa purificado pelo fogo como uma vinha limpa pela poda e bem preparado para carregar de frutas; limpo de algo proibido ou impuro, ou seja, livre de desejo corrupto, de pecado e culpa.
CORAÇÃO – Grego “ kardia” - Significa centro de toda a vida espiritual; vigor; a alma ou a mente, como fonte e lugar dos pensamentos, paixões, desejos, apetites, afeições, propósitos, esforços, entendimento, faculdade e inteligência;da vontade e caráter; a alma na medida em que é afetada de um modo ruim ou bom, ou da alma como o lugar das sensibilidades, afeições, emoções, desejos, apetites, paixões.
VERÃO – Grego ” optanomai ou optomai” - Significa ver e ser visto.
DEUS – Grego “ theos” - Significa referindo-se às coisas de Deus, seus conselhos, interesses, obrigações para com ele; tudo o que, em qualquer aspecto, assemelha-se a Deus, ou é parecido com ele de alguma forma.
g) Bem-aventurados os pacificadores porque eles serão chamados filhos de Deus;
PAClFlCADORES – Greqo ” eirenopoios” - Signiflcando o que ama a Paz.
CHAMADOS – Grego “ kaleo” - Significa serem convidados em alta voz, pelo nome para ostentar um nome ou titulo (entre homens) e/ou saudação.
FlLHOS – Grego – “ huios” - Significa descendentes, posteridade de lsrael/Abraão, reconhecidos como seguidores, nascidos de novo, cujo caráter Deus, como um pai amoroso, desenvolve através de correções; São os que reverenciam a Deus como seu pai; que no caráter e na vida se parecem com Ele, governados pelo Espírito de Deus; Estes repousam a mesma tranqüila e alegre confiança em Deus e no futuro na bem-aventurança da vida eterna vestirão publicamente esta dignidade da glória dos filhos de Deus, desfrutando do supremo amor de Deus, unido a ele em relacionamento amoroso, que compartilha seus conselhos salvadores, obediente à vontade do Pai em todos os seus atos. h) Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
PERSEGUlDOS – Grego “ dioko” – Significa (fuga:idéia de correr com determinação:
figurativamente de alguém que corre, persegudo(de um modo hostil), incomodado, preocupado,procurar
ansiosamente, esforçar-se com todo o empenho para adquirir algo de Deus.
i) Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.
lNJURlAR – Grego “ oneidizo” – Significa o sentido de repreender, reprovar, maltratar em censurar e insultos.
MENTlR – Grego “ pseudomai” – Significa o sentido de falar falsidades deliberadas.
MAL – Grego “ poneros” - Significa causar labores, aborrecimentos, fadigas, por pressões e trabalho árduo, aborrecimentos, perigos à fé cristã, geralmente denota um título no grego.
Conseqüentemente Cristo está dizendo, “livra-nos do mal”, e está provavelmente se referindo a satanás.
Mateus descreve o sermão Apresentando o Reino de Deus e Jesus com Messias-Rei aos judeus, visando responder suas indagações sobre Jesus.Em Lucas, o comentário é breve porque Lucas escrevia para os pagãos, cujo tema é Cristo, o filho do homem (natureza terrena perfeita). A comunidade parecia cansada de viver a vontade de Deus no dia-a-dia.
ANÁLISE DE TEXTO
* (LC 6:20-23 – Folgai nesse dia, exultai; pois eis que é grande vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas.
FOLGAI – Grego “ chairo” - Significa sentido de estar contente, ficar extremamente alegre pelo sucesso, em cumprimentos.
DIA – Grego ” hemera” - Sentido(descansar) - considerado como o tempo para absterse de indulgência, vício,crime, por serem atos cometidos de noite e na escuridão.O uso oriental deste termo difere do nosso uso ocidental. Qualquer parte de um dia é contado como um dia inteiro, O último dia desta presente era, o dia em que Cristo voltará do céu, ressuscitará os mortos, levará a cabo o julgamento final, e estabelecerá o seu reino de forma plena.
EXULTAI – Grego ”  skirtao” - Significa (saltar, como ovelhas libertas do curral);
GALARDÃO – Grego “ misthos” - Significa o valor pago pelo trabalho, salário, pagamento, rcompensa usada do fruto natural do trabalho árduo e esforçado em ambos os sentidos, recompensas e punições; das recompensas que Deus dá, ou dará, pelas boas obras e esforços e de punições pelos erros, afinal Deus é justo.
PELA EXEGESE, À LUZ DO ESPÍRITO SANTO, A MENSAGEM TRADUZIDA DO SERMÃO DO MONTE SERIA ASSIM:
“Filhinhos, vocês são felizes. Não se deixem levar pela cultura deste mundo; se apropriem da eternidade. Deixem meu Espírito preencher suas almas de amor. Conheço suas preocupações com os irmãos; se fortaleçam no meu ensino. Confiem em mim e não disputem entre si quem é o maior. Saibam que os estou purificando através dos impios. Para cada um, tenho um lugar preparado; Conheço o grande desejo ardente de vocês de me buscar para refrescar suas almas. Eu vos saciarei completamente porque sou vosso auxílio eterno. Eu vos estou purificando a mente, a alma e a vossa vida por completo e vocês verão, no final, a mim e uns aos outros como estão parecidos comigo. Se amem como irmãos, meus filhos pois vos exaltarei com grande saudação;saibam que preciso corrigi-los pelo meu Espírito. Repousem e fiquem tranquilos; saibam que mesmo preocupados ou ansiosos, se esforcem o máximo porque apesar das censuras e falsidades dos impios, Eu vos livrarei dos aborrecimentos, pressões e dores causados por satanás e punirei os impios, com justa medida por seus pecados contra vocês, meus amados filhos e alegria eterna. Saibam que quando Eu voltar, vocês ficarão muito contentes com o sucesso espiritual de vocês e saltarão de alegria pela liberdade que vos darei; recompensarei o trabalho árduo de cada um em justa medida em todos os sentidos”. JESUS

 

 

O Reino do Velho Testamento
No Velho Testamento lemos sobre o reino de Deus, mas também lemos sobre um reino que ele estabeleceria mais tarde (Daniel 2:44). Se não levarmos em conta ambos os fatos, não podemos ter um entendimento claro do assunto.
O domínio universal de Deus
O Salmista escreveu, “O Senhor preside aos dilúvios; como rei, o Senhor presidirá para sempre” (Salmo 29:10). Ezequias, quando ameaçado pelos assírios, orou, “Ó Senhor, Deus de Israel, que estás entronizado acima dos querubins, tu somente és o Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os céus e a terra” (2 Reis 19:15). O domínio de Deus sobre os céus e a terra é eterno e universal, e é baseado em seu papel de Criador e Mantenedor.
O Reino de Israel, o povo de Deus
No Monte Sinai, Deus disse a Israel: “Vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa” (Êxodo 19:6). Evidentemente, Deus tencionava que Israel fosse um reino, mas um reino sob seu domínio.
Em Deuteronômio 17:14-20, Deus deu leis especificamente para os reis que Israel teria mais tarde. Por outras passagens, contudo, temos que concluir que Deus estava prevendo a exigência prematura de Israel por um rei, e não sua voluntária concessão de um rei.
Os que eram espiritualmente inclinados entre o Israel físico sabiam que Deus era o verdadeiro rei de Israel. Quando Israel pediu um rei, o Senhor disse a Samuel: “Não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele” (1 Samuel 8:7; 12:12).
Quando Saul fracassou, Deus escolheu outro líder, Davi. Ele não era um homem sem pecado, mas sua atitude para com Deus era tal que Deus considerava Davi um homem que lhe agradava (1 Samuel 13:14). Portanto, ele prometeu a Davi que estabeleceria seu trono, e o trono de seu filho para sempre (1 Crônicas 17:11,14). O destino de Davi tornou-se entrelaçado com a vinda do Messias, de modo que Davi se tornou um tipo, ou seja, uma sombra do Messias.
Davi se viu como rei de Israel, mas ele e outros israelitas espirituais perceberam que ele era realmente apenas um príncipe de Deus; o reino de Israel ainda era de Deus. Abias, filho de Roboão, reprovou a Jeroboão filho de Nebate e seus seguidores, dizendo: “Não vos convém saber que o Senhor, Deus de Israel, deu para sempre a Davi a soberania de Israel, a ele e a seus filhos?” “Agora, pensais que podeis resistir ao reino do Senhor, que está nas mãos dos filhos de Davi?” (2 Crônicas 13:5,8).
O Reino do Messias
Deus não pensou em enviar seu Filho somente depois que Israel pediu um rei. Ele predisse através de Jacó que o “cetro” não se separaria de Judá até que Siló viesse, e a ele seria a obediência dos povos (Gênesis 49:10). Essa passagem estabelece tanto a identidade real daquele chamado Siló e o domínio universal que ele teria. Muito tempo antes de Israel se tornar um reino, já estava no propósito de Deus enviar um Rei, o Cristo.
Assim como Israel fracassou em ser a nação santa que Deus desejou, também os reis do Velho Testamento fracassaram em governar com perfeita justiça e eqüidade. Em contraste, Deus disse, “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra” (Jeremias 23:5).
Ainda que o domínio de Deus existisse antes da vinda de Cristo, havia algum sentido no qual o reino seria estabelecido de uma forma que não tinha existido anteriormente (Daniel 2:44). Seria o reino de Deus entregue nas mãos do Ungido de Deus. Numa visão, Daniel viu ser dado ao Messias, “domínio, e glória, e o reino” (Daniel 7:14). Esse reino o Messias partilharia com os santos (Daniel 7:18).
Deus faria do Messias um rei: “Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião” (Salmo 2:6). Ele seria o governador escolhido por Deus: “de ti me sairá o que há de reinar em Israel” (Miquéias 5:2). Ainda que o Messias fosse rei, ele governaria pelo Pai (Obadias 21).
No reino messiânico, não haveria reino físico, nem identidade ou território físico. Portanto, no reino da nova aliança não poderá haver, nenhuma distinção entre o cristão e o verdadeiro cristão. Participar do reino de santidade exigiria que se fosse verdadeiramente santo (Zacarias 14:16-21).
No reino de Cristo, Deus tem seu rei ideal, e tem sua nação santa, a nação que ele quis desde a fundação do mundo.
por Bob Waldron
 
 
Deus é um governador. Ele domina porque é Deus. Através dos tempos, Deus tem exercido sua autoridade sobre a humanidade e toda a criação. Começando em Gênesis 1:1, Deus estabeleceu-se como aquele que tem o poder supremo sobre o universo inteiro, criando todas as coisas com o poder de sua Palavra (João 1:1-3).
Nos dias do Velho Testamento, Deus tinha um reino entre os homens. Ele tinha escolhido a nação judaica que veio de Abraão (Gênesis 17:6) para ser sua nação santa e um reino sacerdotal (Êxodo 19:5-6). Mas no final os judeus acabaram rejeitando um rei que não podiam ver, que não os conduzia fisicamente na batalha, que não os representava entre outras nações com pompa e cerimônia; eles exigiam um rei diferente para dominar sobre eles (1 Samuel 8:6-9). Deus concedeu-lhes um rei humano, um sistema que se mostrou tão difícil como Deus tinha profetizado que seria. Deus estava desenvolvendo seu plano para um reino que jamais cairia e jamais o rejeitaria como rei.
Em Gênesis 17:6, a Abraão foi dito que muitas nações e reis descenderiam dele. O reino de maior destaque a sair de Abraão foi a nação israelita; muitos grandes reis governaram essa nação, tais como Davi, Salomão, Ezequias e Josias. Mas o melhor rei que já chegou a reinar sobre Israel foi Cristo, também descendente de Abraão (Mateus 1:1-17). Através do Rei constituído por Deus, o Ungido, o Cristo, todas as nações da terra são abençoadas (Gênesis 12:3). Jacó profetizou que o cetro (autoridade) jamais se apartaria de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que viesse Siló (Gênesis 49:10). Muitos homens que governaram como reis indicados por Deus vieram e foram através da linhagem de Abraão, Isaque e Jacó; mas é Cristo quem por último ocupou o trono de Deus e ainda permanece a dominar nesse trono hoje, porque ele vive para sempre (Salmo 45:6).
O salmo 45 diz respeito a um grande rei sobre o povo de Deus. Mas esta passagem se refere a mais do que um mero homem. O versículo 6 exalta Deus como rei “para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu reino”. O versículo 7 aponta para Deus que é ungido por Deus acima de todos os outros. Esse salmo profetizou um novo reino que ainda estava por vir.
O profeta Natã previu um novo reino a vir depois do reinado de Davi. A maioria da profecia diz respeito ao sucessor imediato de Davi, Salomão, mas diversos versículos afirmam coisas que não correspondiam a ele. Salomão não viveu para sempre (2 Samuel 7:13). O reinado de Salomão foi dividido e também levado em cativeiro depois dos seus dias (2 Samuel 7:16). Ainda que a linhagem continuasse até o tempo de Cristo, ninguém realmente assumiu o trono sobre o povo de Deus durante mais de 400 anos entre os dois testamentos. Essa passagem aponta para outro reino que ainda estava por vir.
Deus revelou através do profeta Daniel alguma noção do tempo quando Deus começaria seu domínio através de Cristo. Em Daniel 2:31-45, Daniel explicou o sonho de Nabucodonosor, com respeito a uma imagem com quatro partes diferentes em seu corpo. Cada parte predizia um império mundial que estava por vir, começando com o império corrente dos babilônios, a cabeça de ouro. O peito e os braços, de prata, eram o império medo-persa que derrotaria os babilônios em breve. O ventre e os quadris, de bronze, representavam o império grego. Depois, o reino simbolizado pelas pernas de ferro, e os pés, em parte de ferro, em parte de argila, era o império romano. “Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que...subsistirá para sempre” (Daniel 2:44). Esse é o reino de Deus que estava por vir.
Os judeus nunca estiveram errados em crer num grande reino vindouro. Deus deixou muito claro que ele tinha um plano para estabelecer o domínio de seu Filho, Jesus o Cristo, sobre um reino eterno que o honraria sempre e o serviria de boa vontade e alegremente. Os cidadãos desse reino se regozijariam porque seu rei governaria com justiça (Isaías 32:1). Até mesmo seu nome seria Paz, Maravilhoso, Poder e Eternidade (Isaías 9:6-7). O Rei provindo de Deus reinaria com julgamento e justiça; os súditos teriam segurança e salvação através dele (Jeremias 23:5-6).
Sob a mão opressora do Império Romano, os judeus ansiavam por esse reino. Eles erradamente interpretaram essas profecias como significando um reino físico que derrubaria a carga romana; mas, em seus reinos terrestres, Deus estava prenunciando um reino espiritual que não era deste mundo; um reino que veio em Cristo (João 18:36-37).
Rex D. Bittle 
Expectativas Judaicas
 Cunningham Geikie
A característica central e dominante do ensinamento dos rabinos era o advento certo de um grande Libertador nacional S o Messias, ou o Ungido de Deus ou, na tradução grega do título, o Cristo.
Em nenhuma outra nação que não a dos judeus tal noção jamais se enraizou nem mostrou tal vitalidade. Desde os tempos de suas grandes aflições nacionais, sob seus últimos reis, as palavras de Moisés, de Davi e dos profetas tinham sido citadas como promessas divinas de um Príncipe poderoso que viria para “restaurar o reino a Israel.”
Tais eram, com efeito, as idéias gradativamente amadurecidas sobre o Messias S o Imortal e Eterno Rei, investido de poder divino, e ainda um homem S que tinham sido tiradas dos mais antigos, bem como dos últimos escritos sagrados ou religiosos da nação. Poucos, porém, percebiam que um Rei celestial tinha que significar um reino santo; que seu reino verdadeiro precisaria ser nas almas purificadas dos homens. E poucos também compreendiam que a verdadeira preparação para a sua vinda não era orgulho vanglorioso, mas humilhação por causa do pecado.
Havia concordância entre os rabinos sobre seu lugar de nascimento, que deveria ser em Belém e que ele tinha que se levantar da tribo de Judá. Acreditava-se que ele mesmo não saberia que era o Messias até que Elias viesse, acompanhado por outros profetas, e o ungisse. Até aí ele estaria oculto ao povo, vivendo como um desconhecido entre eles. Ele libertaria Israel pela força das armas, e sujeitaria o mundo a ele.
“Que belo”, diz um escrito dos rabinos de Jerusalém, “é o Rei Messias, que se levanta da casa de Judá! Ele cinge seus lombos, desce, ordena a batalha contra seus inimigos, e mata seus reis e seus principais capitães; não há ninguém tão poderoso que possa resisti-lo. Ele deixa os montes vermelhos com o sangue dos seus inimigos destruídos; suas vestes, manchadas pelo sangue deles, são como as películas das uvas roxas.” “As bestas do campo se alimentarão durante doze meses com a carne dos mortos, e as aves do ar também se alimentarão deles durante sete anos.” “O Senhor”, diz este escrito, “nos vingará no dia de Gogue. Naquela hora o poder das nações será quebrado; elas serão como um navio cujo cordame é arrancado, e cujo mastro está rachado, e assim a vela não pode mais ser levantada. Em seguida, Israel dividirá os tesouros das nações entre si: bastantes despojos e riquezas, para que, se houver entre eles coxo ou cego, até estes terão sua parte.” Os pagãos se converterão ao Senhor e andarão em sua luz.
O reino universal assim fundado teria sido um paraíso terrestre para os judeus. Naquele dia, dizem os rabinos, haverá um punhado de trigo no topo dos montes e seus talos serão como palmeiras ou pilares. Nem haverá nenhuma dificuldade para colhê-los, pois Deus enviará um vento de seus aposentos que derrubará a farinha das espigas. Um grão de trigo será tão grande como os dois rins dos maiores bois. Todas as árvores produzirão continuamente. Uma única uva encherá uma carroça ou um navio, e quando for trazida para casa tirarão vinho dela como de um barril.
Um grande rei precisa ter uma grande capital, e aí, Jerusalém, a capital do reino do Messias, será muito gloriosa. Nos dias que virão, dizem os rabinos, Deus juntará o Sinai, o Tabor e o Carmelo e assentará Jerusalém sobre eles. Ela será tão grande que cobrirá tanto terreno quanto um cavalo pode correr desde o amanhecer até que sua sombra fique embaixo dele, ao meio-dia. Ela chegará até as portas de Damasco. Alguns deles até nos dizem que suas casas serão construídas com cinco quilômetros de altura. Suas portas serão de pedras preciosas e pérolas, trinta e três metros tanto de largura como de espessura, ocas. Em volta, o país será cheio de pérolas e pedras preciosas, de modo que os judeus de todas as partes possam vir pegá-las o quanto quiserem.
Nessa esplêndida cidade o Messias deve reinar sobre um povo que será totalmente constituído de profetas. Uma corrente frutífera brotará do templo e regará a terra, suas ribeiras serão sombreadas por árvores carregadas dos mais finos frutos. Nem doença nem defeito serão conhecidos. Não haverá tais coisas como um homem coxo, ou algum cego ou leproso; os mudos falarão e os surdos ouvirão. Haverá um milênio de orgulho nacional, glória e gozo.
Foi a um povo embriagado com a visão de uma tal felicidade exterior e grandeza política sob um Messias conquistador do mundo que Jesus Cristo veio com suas doutrinas totalmente opostas referente à meta do Messias e seu reino. Somente aqui e ali houve uma alma com algum pensamento mais alto e mais puro do que tais sonhos grosseiros, materialistas e limitados.
O Nascimento do Rei
Don Hooton
O evangelho de Jesus nos diz que sua vida e morte testemunham a natureza inigualável de sua realeza e reino. Mas o que seu nascimento nos diz?
Jesus é o único qualificado para ser Rei. Mateus traça a linhagem de Jesus através de José (1:1-17), um descendente de Davi (1:6), uma vez que somente um filho de Davi poderia reinar como Messias (Salmo 89:3-4). Lucas traça do mesmo modo a linhagem de Maria até Davi (3:23,31), assim qualificando duplamente Jesus para ser o Messias.
Contudo, o Messias precisa também ser o Filho do Céu (Salmo 2:7). Pela virgindade de sua mãe, Jesus nasceria como o único Filho de Deus. O anjo Gabriel assegurou a Maria que o “poder do Altíssimo” (Lucas 1:35) lhe daria a capacidade de conceber sendo virgem (Mateus 1:20). E, “por isso, o ente santo” poderia ser “chamado Filho de Deus” (Lucas 1:35).
O nascimento de Jesus demonstra sua divindade. Anjos disseram a Maria (Lucas 1:26-38) e a José (Mateus 1:18-23) que seu “Filho do Altíssimo” era mais do que apenas um filho. Antes, ele seria o Filho unigênito de Deus (João 3:16), chamado apropriadamente “Emanuel”, ou seja, Deus conosco (Isaías 7:14; João 1:14).
E Jesus reinaria sobre a casa de Jacó reconstruída (Lucas 1:33; Atos 15:16-18). Desde que ele receberia quem quer que o temesse e fizesse o que é reto (Atos 10:35), essa casa consistiria de judeus e de gentios. Ele concederia a todos os seus cidadãos uma igualdade e comunhão que o mundo jamais tinha conhecido (Gálatas 3:28), pois ele seria boa nova “para todo o povo” (Lucas 2:10).
Todavia Jesus não reinaria como um tirano, mas como Salvador. Ele salvaria “seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21), trazendo a eles a maior paz de todas, paz com Deus (Romanos 5:1). Ele salvaria, não subjugaria. Desde que seu reino também traz salvação (Atos 2:23-24), ele não poderia ser rei se não fosse Salvador (Zacarias 6:12-13; Hebreus 1:3). Portanto, desde que ele salva, ele na verdade tem que reinar (Atos 2:33-36).
O modo de seu nascimento mostra como ele é inigualável. A maioria dos reis nascem no luxo e na riqueza. Porém, não este Rei. Suas faixas não foram de fina púrpura nem seu berço de ouro. Em vez disso, uma manjedoura serviu como sua cama. Esse Rei humilde fez uma entrada quieta e não pretenciosa para aquelas pessoas de humildade incomum que seriam seus cidadãos.
Os anjos não anunciaram seu nascimento aos poderosos e prestigiosos, mas aos pastores. Eles, humildemente, vieram “apressadamente” para encontrar “a criança deitada na manjedoura”. Encontrando-o, eles glorificaram e louvaram a Deus. Para os corações que respondem, como os desses pastores, em fé confiante nas palavras de Deus, Jesus seria Rei.
Entretanto, esse Rei seria “para ruína como para levantamento” (Lucas 2:34). Porque a maioria rejeita sua mensagem (João 1:11), eles caem enquanto outros sobem a “lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efésios 2:6) pela obediência à sua vontade (Mateus 5:19). Até mesmo seus pais representam o tipo de cidadãos que pertenceriam ao seu reino: justos (Mateus 1:19), amorosos (Mateus 1:19), puros (Mateus 1:23), e pessoas obedientes (Mateus 1:24; Lucas 1:38; 2:22,41).
Seguindo a estrela até Herodes, homens sábios do oriente aprenderam com o profeta Miquéias que o Messias nasceria em Belém. Eles entraram na casa (não estábulo) e viram o menino (não o recém-nascido) (Mateus 2:11). Portanto, esses homens possivelmente viram Jesus antes de seu segundo ano de idade, em vez de vê-lo na manjedoura, porque Herodes informou-se com os homens sábios “quanto ao tempo em que a estrela aparecera” (2:7) e mais tarde matou crianças de dois anos para baixo (2:16).
Até mesmo os visitantes do oriente tipificam os cidadãos do reino. Dispostos a fazer uma viagem longa e árdua só para vê-lo, eles o adoraram (Mateus 2:11). Eles trouxeram dádivas adequadas a um rei: ouro, uma dádiva comum à realeza (1 Reis 10:14-22); incenso, freqüentemente ligado com adoração a Deus (Levítico 2:1-16) e mirra, uma especiaria tipicamente cara usada na adoração (Êxodo 30:23-33), na aromaterapia (Salmo 45:8), e no embalsamamento (João 19:39).
Nós também precisamos chegar alegremente ao nosso Rei e oferecer nossos corpos “por sacrifício vivo, santo,...que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1). Seu nascimento valida seu direito ao trono de Davi, sua divindade, seu domínio internacional e até a natureza de seu reino. Mas o que os pais, os pastores e os homens sábios demonstram é que nada menos do que corações submissos e vidas obedientes são suficientes para esse Rei que eleva corações humildes à glória no reino dos céus.
O Reino dos Céus:A Preparação Inicial
Mike Waters
No Novo Testamento, dois eventos servem para esclarecer as profundas implicações de ser um cidadão do reino de Deus: a pregação de João Batista e o batismo de Jesus. Esses dois eventos foram preparatórios para o estabelecimento do reino de Deus.
Um registro inspirado de cada um deles pode ser encontrado no terceiro capítulo do evangelho de Mateus. Os parágrafos que se seguem darão um vislumbre breve desse capítulo (todas as referências à Escritura serão baseadas em Mateus 3, a menos que seja dada outra indicação). Além disso, será ressaltada a importância do capítulo no entendimento do conceito bíblico concernente ao Reino de Deus.
Lemos sobre a pregação de João na primeira parte de Mateus 3 (versículos 1-12). Esse destemido profeta de Deus começou seu ministério de ensinamento destacando a necessidade de arrependimento (versículo 2). A palavra arrepender significa mudar. Uma mudança de caráter daqueles que viviam no tempo de João era necessária, em vista do que estava iminente: “porque está próximo o reino dos céus”. Antes que os homens pudessem ganhar entrada no reino de Deus, que estava vindo, eles precisariam primeiro sujeitar-se a uma mudança interna de pensamento com respeito ao pecado. Tal é o caso hoje em dia também, para que Deus governe verdadeiramente no coração.
A pregação de João também ligou o rito do batismo com o arrependimento. Isso é evidente em vista da resposta de muitos quando vinham confessando seus pecados e sendo batizados no Jordão (versículo 6). O batismo de João era de “arrependimento para remissão de pecados” (Marcos 1:4). O batismo simbolizava a remoção do pecado, aquilo que contamina as almas de todos os homens e mulheres responsáveis. Uma purificação do pecado era necessária antes que se pudesse ser aceito no reino de Deus. A obra preparatória de João a esse respeito apontava para o batismo pregado por Cristo e seus apóstolos (Mateus 28:19-20; Marcos 16:15-16; 1 Pedro 3:21; etc.). A recusa a ser batizado em nome de Jesus para a remissão dos pecados proíbe para sempre a pessoa de entrar no reino dos céus!
Muitos daqueles da hierarquia religiosa do tempo de João recusaram dar atenção a sua mensagem. Eles se consideravam aceitáveis por Deus na base de seus laços ancestrais com Abraão (veja versículos 7-9). João salientou que isso era uma base insuficiente para a cidadania no reino de Deus. Lamentavelmente, muitos em nossos tempos acreditam que, serem “criados na igreja” e membros “de carteirinha” num corpo local de crentes já são garantias de vida eterna. Porém, essa vida eterna nunca pode ser alcançada sem uma verdadeira mudança interna de caráter! A mensagem de João era clara: demonstração de um coração mudado era essencial (versículo 8).
A pregação de João apontava não somente para o reino que estava vindo, mas também para o rei que estava chegando: Jesus Cristo! João prontamente confessou a superioridade do Messias vindouro: “aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu”.O papel de Jesus no reino de Deus seria distinguido tanto pela obra do Espírito Santo como pelo julgamento final do homem pecaminoso (versículos 11-12). Um entendimento da grandeza de Jesus e de sua obra é necessário para receber o seu reino adequadamente. Jesus tem que reinar no coração em virtude de sua supremacia!
O segundo evento preparatório neste capítulo é o batismo de Jesus (versículos 13-17). Ao ser batizado por João, duas provas divinas autenticaram o papel de Jesus como o Messias profetizado: Œo Espírito Santo desceu sobre Jesus “como pomba” (versículo 16), e Ź Deus falou do céu: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo”(versículo 17).
Uma conversa importante aconteceu, contudo, antes de Jesus ser batizado. Inicialmente, João questionou sua própria dignidade para batizar Jesus (versículo 14). O profeta confessou sua inferioridade e pecaminosidade ao reconhecer sua necessidade de ser batizado por Jesus. Apesar disso, Jesus insistiu para que João batizasse o rei do céu! A razão de sua insistência é declarada: “... assim, nos convém cumprir toda a justiça” (versículo 15). A obra de João era parte do plano de redenção de Deus; portanto, era necessário que o próprio Jesus satisfizesse a exigência de Deus para que todos os homens recebessem o batismo de João. Jesus não necessitava de perdão de pecados. Ao mesmo tempo, a obediência nisso era necessária para ele servir como rei no reino perfeito de Deus.
Em conclusão, deve ser ressaltado que tanto a pregação de João como o batismo de Jesus ilustram verdades importantes sobre o reino de Deus. Primeiro, somente quando o homem decidir fazer o que é certo e seguir a vontade de Deus com o coração, é que o reino de Deus continuará crescendo. Segundo, uma limpeza referente ao pecado é essencial antes que se possa ser aceito no reino de Deus, essa limpeza é caracterizada pela perfeição e santidade. Só através do poder santificador do sangue de Jesus pode-se ser aperfeiçoado. O batismo é o ato que permite ao sangue de Jesus fazer o seu trabalho. Terceiro, uma linhagem religiosa não tem nenhuma validade no governo de Deus. Se alguém é incapaz de manifestar externamente que uma mudança interior ocorreu, então a cidadania no reino de Deus é impossível. Finalmente, o próprio rei do reino celestial desejava submeter-se aos mandamentos de Deus. Se Jesus estava disposto a submeter-se ao domínio de Deus, não deveriam os homens pecaminosos estarem ainda mais dispostos a fazer isso? Nesse ato de obediência por parte de Jesus é encontrada a essência do reino de Deus: o absoluto e supremo reino de Deus no coração!
 
As Tentações e o Reino
Matt Qualls
Transformar pedras em pão. Saltar do templo. Dobrar os joelhos diante de Satanás. Qual ameaça real esses atos fariam ao reino? Certamente o Rei podia perceber que a última tentação era a trama de Satanás. As duas primeiras nem sequer parecem prejudiciais.
Jesus um dia haveria de multiplicar peixes e pães para alimentar uma multidão. Acalmar o Mar da Galiléia ou ressuscitar o morto Lázaro não foram menos sensacionais do que saltar do pináculo do templo. Entretanto, cada uma dessas tentações era uma tentativa calculada pelo príncipe do mundo para desencaminhar o reino de Deus logo no início do ministério do Messias.
Essas não foram as primeiras tentações nem seriam as últimas. Jesus deve ter sido tentado quando crescia na Galiléia; entretanto, resistiu aos dardos inflamados de Satanás para emergir de Nazar

 
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