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CONHECENDO A VERDADE
Postado em: 16/04/2011 às 17h03
TAMANHO DA FONTE  A- A+
O calendário lunar e solar
O calendário lunar e solar para as festas religiosas e o calendário civil para relações de ordem civil

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 No calendário lunar e solar, através do qual nos norteamos, para a celebração de todas as nossas solenidades religiosas de caráter perpétuo, estabelecidas por Deus.

Deus criou o sol e a lua; o sol para governar o dia, fazendo a separação entre dia e noite, e a lua para governar a noite (Gênesis 1:14-18).
O dia completo com tarde (noite) e manhã têm 24 horas (Gênesis 1:3-31), contado do nascer ao pôr-do-sol tem 12 horas (Eclesiastes 1:4-5; João 11:8-9).
O sol é o relógio de Deus (II Reis 20:8-11) para marcar os dias e suas horas.
O dia se inicia com a noite, e termina ao pôr-do-sol do dia seguinte, pois primeiro existiu a noite, depois Deus criou o dia (Gênesis 1:3-23).
Também criou a lua para marcar o primeiro mês do ano, o primeiro dia de cada mês e os dias de festividades do povo de Israel (Êxodo 12:1-2; Números 9:1-5; Salmos 81:3-5; Eclesiástico 43:6-8; Jeremias 31:35).


 Respeitamos o calendário gregoriano para nossas relações comerciais e civis, com exceção das festas comemoradas por este calendário que sejam contrárias às determinações divinas, cuja comemoração ou participação ficam proibidas aos que professam essa fé, como as festas de origem pagãs e aquelas que são realizadas fora do calendário lunar, tais como:
Festas em homenagem a santos (ídolos), divindades pagãs,

Festas que tiveram suas datas e sacramentos modificados pela Igreja Romana:
 Páscoa: A Igreja Romana no Concílio de Nicéia modificou a data da comemoração da Páscoa. A Páscoa era comemorada no dia 14 de Nisan (abril), no primeiro dia da Lua Cheia; passou a ser comemorada no domingo subseqüente a este dia, caso o dia 14 de Nisan não caísse no domingo. História do dia da comemoração da Páscoa. IN ROMAG, O. F.M. Dagoberto Frei. Compêndio da Historia da Igreja Lente Geral da História Eclesiástica. I Vol. A Antigüidade Cristã. Vozes; Petrópolis 1939.p 98-99.
 Pentecostes,
 Natal: Festa de origem pagã, em comemoração ao deus sol, introduzida pelo Império Romano, oficializada pela Igreja Romana no IV século como dia do nascimento de Cristo, em analogia à luz do sol, por ser Cristo a luz do mundo. Como festa idólatra, não devemos dela participar, como nos exorta o Apóstolo Paulo em I Coríntios 10:14,19-21, e também por termos a convicção bíblica de que Cristo “não” nasceu no mês de dezembro, uma vez que Maria foi visitada pelo Anjo no sexto mês da gravidez de Isabel (Lucas 1:26,36). etc. (I Coríntios 10:14,20-21).

Apesar de que a maioria de nossos atos e documentos sociais estão fixados de acordo com o calendário gregoriano, o calendário hebraico segue sendo à base da vida cultural, religiosa e nacional nas comunidades judaicas mesmo quando não somos plenamente conscientes dele.
Como judeus, é de suma importância conhecermos os conceitos básicos e teóricos que influem sobre o ciclo de vida pessoal e comunitária.
 
 

Meses do ano:

Calendário hebraico:              Calendário Gregoriano:
Tishrê 30 dias                                         Setembro 30 dias
Cheshvan 29                                              Outubro 31dias
Kislev 30                                                Novembro 30 dias
Tevet 29                                                 Dezembro 31 dias
Shevat 30                                                     Janeiro 31 dias
Adar 29                                                    Fevereiro 28 dias
Nissan 30                                                      Março 31 dias
Iyar 29                                                               Abril 30 dias
Sivan 30                                                           Maio 31 dias
Tamuz 29                                                       Junho 30 dias
Av 30                                                                Julho 31 dias
Elul 29                                                           Agosto 31 dias
Total: 354 dias                                           Total: 365 dias

Ano Ano Lunar

Diferentemente do calendário gregoriano, que se baseia no ano solar, o calendário hebraico baseia-se no ciclo de renovação lunar.

No Talmud, Massechet (Tratado) Rosh Hashanáh 25., Rabi Gamliel nos diz que a lua se renova “a cada 29 dias e meio, e dois terços de hora e 1 chelek (partes)”.

Em nossos termos, podemos definir:

Mês Lunar: 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3 1/3 de segundos.

Ano Lunar: 354 dias, 8 horas, 48 minutos e 36 segundos.

1hora = 60 minutos = 3.600 segundos = 1080 chalakim

1 minuto = 60 segundos = 18 chalakim

3 1/3 segundos = 1 chelek

1 minuto = 18 chalakim

44 minutos = 44 x 18 = 792 Chalakim

3 1/3 segundos = 1 chelek

Sumamos então, se têm = 793 chalakim

29 dias 12 horas e 793 chalakim, é a duração de um mês lunar

Ano Solar

O tempo que transcorre entre o instante que o sol passa pelo ponto da primavera (equinócio, igualdade de horas entre o dia e a noite, no hemisfério norte) até seu regresso no mesmo ponto um ano depois, é o que chamamos de ano solar.

Ano Solar: 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos.

Ano Lunar: 354 dias, 8 horas, 48 minutos e 36 segundos

O ano solar é mais comprido que o ano lunar em 10 dias, 21 horas e 10 segundos.

Estrutura do Calendário Hebraico:

CALEND~1
Devido a que o ano hebraico é mais curto que o gregoriano em quase 11 dias, e como segundo a lei judaica devemos festejar Pêssach no mês da primavera (Nissan), os sábios judeus regulamentaram a prolongação do ano (ibur hashanáh), agregando nessas ocasiões o mês de Adar Sheni ou Adar Bêt.

Nestes anos prolongados, o mês de Adar Alef será de 30 dias, e Adar Bêt, de 29 dias.
 
Os meses hebraicos tem um número fixo de dias, exceto Cheshvan e Kislev. Estes dois meses são “flexíveis” por serem os primeiros do ano, e assim poderemos saber no início de cada ano as datas exatas das festividades, jejuns e comemorações.
 
Neste aspecto, existem três possibilidades:
 
1. Se Cheshvan e Kislev tem 29 dias cada um, o ano terá 353 dias e é chamado de ano “incompleto”.
2. Se Cheshvan tem 29 dias e Kislev tem 30 dias, o ano será de 354 dias e é denominado “ano regular”.
3. Se Cheshvan e Kislev tem 30 dias cada um, o ano será de 355 dias e é denominado “ano completo”.
No ano 4.119 (ano 359 da era comum), Rabi Hilel, filho de Yehudáh Hanassi, institucionalizou o calendário. A partir de então, se fixaram os meses e a duração dos anos, segundo uma fórmula definida.
Este calendário foi aceito e aplicado até o ano 4.600 (840 da era comum) foi sofisticado e aprovado pro Rabi Saadia Gaon. Desde então, este calendário está em vigência sem nunca ter sido modificado.
 
Anos Prolongados
 
 
O calendário hebraico se divide em ciclos de 19 anos. Em cada um destes ciclos se fixaram 7 anos prolongados e 12 anos regulares, seguindo a seguinte ordem:

Ano
1 regular                                      11 prolongado
2 regular                                      12 regular
3 prolongado                              13 regular
4 regular                                      14 prolongado
5 regular                                      15 regular
6 prolongado                              16 regular
7 regular                                      17 prolongado
8 prolongado                              18 regular
9 regular                                      19 prolongado
10 regular

Cálculos Básicos:

a) Para sabermos qual o ano hebraico que corresponde ao ano gregoriano que escolhemos, devemos somar 3.760 ao ano gregoriano. Exemplos:

1) Em que ano, segundo o calendário hebraico, se descobriu a América?

1.492 + 3.760 = 4.252
 
2) A independência de Israel se declarou em que ano hebraico?
1.948 + 3.760 = 5.708
 
b) Para saber se um ano hebraico determinado é prolongado, o dividimos por 19. A cifra que fica como resto desta divisão nos indica o número deste ano dentro do ciclo de 19 anos. Então só falta verificar se este ano é regular ou não. Exemplos:
 
1) O ano hebraico 5.755 é prolongado?
5.755/19 = 302 e fica um resto de 17. O ano 17 em cada ciclo é prolongado. Efetivamente, o ano 5755 tem Adar Alef e Bêt.
 
2) O ano gregoriano 2.009, que tipo de ano é?
2.009 + 3.760 = 5769
5769/19 = 303, com resto 12. O ano 12 em cada ciclo é regular.
Para o judaísmo, a Torá (a Lei Escrita do Antigo Testamento), a Mishná (a Lei Oral) e o Talmud (a explicação da Mishná ) regulam a estrutura do ano religioso e, à volta deste, toda a vida espiritual e até física dos judeus tradicionais.
 
 
Os dias e a semana

Baseando-se no antigo Testamento ( Gênesis I, 5), os judeus contam os dias desde o pôr do sol de um dia (com o aparecimento das três primeiras estrelas) ao pôr do sol que se segue. Não têm nomes, sendo designados apenas numericamente, à exceção do Shabat (intervalo de tempo entre o pôr do sol de sexta-feira e o pôr do sol de sábado) evidenciando talvez assim a sua “não santidade”, por serem dias de trabalho e criação.

O domingo é o primeiro dia da semana e o Shabat o sétimo, o dia de descanso. Este dia, conforme indicado no quarto mandamento da Bíblia (Deuteronômio, Cap. 5, versículos 12-15), deve ser dedicado à santificação divina e nele haverá total abstenção de qualquer atividade criativa, pois foi o dia em que também D'us descansou.
 
 
CALENDÁRIOS, ANTIGO E MODERNO VISÃO GERAL

Calendário é uma ferramenta de controle do tempo. Sua importância vem de longa data. Eles ajudam os agricultores a saberem quando chega a próxima estação. Também auxiliam a lembrar da ocorrência dos fatos. No passado, por exemplo, havia várias maneiras de decidir o início de um ano. Diferentes maneiras de decidir quão longo ele seria; diferentes modos de organizar os dias em semanas e meses. Houve muitas mudanças nos calendários antes de tomarem a forma que conhecemos hoje.

DIAS, HORAS, MINUTOS

É fácil saber quando um dia acabou - a escuridão se segue à luz do dia e um outro dia se faz. Assim, os primeiros povos devem ter controlado o tempo simplesmente marcando a passagem dos dias. Até onde sabemos, os primeiros a dividirem um dia em horas e minutos foram os sumérios, que viveram no Oriente Médio. E também usaram o termo "dia" para se referir ao período da luz do dia, assim como nós. Os povos antigos mediam a passagem do tempo durante o dia usando um mostrador de sol.
Uma história na Bíblia conta como o Rei Acaz usava o movimento da luz do sol sobre degraus para medir o tempo (II Reis 20:9; Isaías 38:8). Naturalmente, mostradores de sol não ofereciam uma maneira exata de medir o tempo como os relógios o fazem. Diferentes povos antigamente fizeram escolhas diferentes sobre o início de um dia. Uma maneira pela qual Deus mostra que nos ama e quer cuidar de nós é nos dando um mundo organizado para vivermos.

A INFLUÊNCIA DA ASTRONOMIA

Os povos antigos não sabiam como o sistema solar funcionava, mas eram bons observadores das mudanças que aconteciam na natureza e usaram suas observações para desenvolver seus calendários. Observaram que um dia era o tempo em que a terra faz um giro completo uma vez, passando por um ciclo de luz e um ciclo de escuridão. Concluíram que um mês é um período baseado no tempo que a lua circunda completamente a terra, cerca de 29 dias e meio, levando-se em conta a sua forma. Perceberam que um ano é o tempo que a terra leva para dar a volta completa ao redor do sol, o que leva cerca de 365 dias. Observavam as mudanças das estações, o que era muito importante para saberem quando fazer suas plantações. Para entender porque as estações acontecem, devemos lembrar que a terra gira em torno de seu eixo imaginário que se inclina em relação ao sol, fazendo com que a distância da terra ao sol seja diferente e imprima características climáticas distintas em cada posição.

O CALENDÁRIO JUDEU

Dos povos antigos, talvez nenhum foi mais interessado no seu calendário do que os judeus, que o usavam para controlar seus inúmeros dias santos. Um fato interessante é que contam os anos desde o tempo em que Deus criou o mundo. Assim o ano 1 judeu aconteceu 3.760 anos antes do ano 1 do nosso calendário atual, conhecido como calendário romano.

MESES E SEUS NOMES

O calendário judeu tem doze meses, como o romano. Mas há diferenças entre eles. Os meses não se chamam Janeiro, Fevereiro, etc.. Eles têm nomes adaptados do antigo calendário babilônico e são maiores do que os meses do calendário romano. A Bíblia contém nome de sete meses que os judeus usam até hoje, que são:

1. Kislev (Neemias 1:1; Zacarias 7:1)
2. Tebeth (Ester 2:16)
3. Shebat (Zacarias 1:7)
4. Adar (Ester 3:7; Ester 8:12)
5. Nisan (Neemias 2:1; Ester 3:7)
6. Sivan (Ester 8:9)
7. Elul (Neemias 6:15)

A Bíblia também menciona quatro nomes antigos que não estão mais em uso e que se relacionavam com agricultura ou plantas:

1. Abib (Êxodo 13:4)
2. Ziv (1 Reis 6:1, 37)
3. Ethanim (1 Reis 8:2)
4. Bul (1 Reis 6:38)

Os meses judeus começam com a "lua nova", noite em que no ciclo lunar a lua não está visível no céu. Considerando que a lua nova ocorre a cada 29,5 dias, o ano tinha 354 dias. Não se sabe como os judeus fizeram para ajustar os 11 dias restantes. Mais tarde adicionaram um mês extra (chamado Veadar) sete vezes num período de 19 anos para que seus meses pudessem acompanhar os anos.
Muito importante de se ressaltar é que os meses tinham significados religiosos que marcavam importantes eventos em sua história. Consideravam sagrado o início de cada mês. Para eles, "a lua se levantará para a nação deles e o sol para o Messias" (Malaquias 4;2). Assim como a lua reflete a luz do sol, era esperado que Israel refletisse a luz do Messias para o mundo.
Essa é uma idéia que se aplica aos cristãos também. Podemos nos considerar "luas" que refletem a luz de Jesus para todos ao nosso redor. Durante o período de 400 anos entre o fim do Velho Testamento e o início do Novo Testamento, alguns líderes tentaram fazer com que Israel mudasse seu calendário, que passou a ter doze meses de trinta dias cada, o último com cinco dias extras adicionados. Esse calendário era mais preciso, embora o antigo ainda continue a ser aceito por eles.

REFERÊNCIAS A DIAS ESPECIAIS

Os antigos judeus não se referiam às datas como fazemos hoje (por exemplo, 21 de agosto). Em vez disso, se queriam se referir a um dia especial contariam quando o evento relevante aconteceu , tal como o ano em que determinado rei começou a reinar. Essa é forma que freqüentemente encontramos no Velho Testamento.
Os escritores do Novo testamento mantiveram essa prática. Algumas vezes também relacionavam os dias a algum evento do mundo romano (Lucas 1:5; João 12:1; Atos 18:12). Somente mais tarde, quando a reforma do calendário de Júlio César começou a ser amplamente aceita, começaram a se referir aos dias de uma maneira mais universal.

FESTAS JUDAICAS

Deus é o inventor da celebração e da adoração. Logo não é motivo de surpresa que desejasse que seu povo aproveitasse as festas. De fato, os judeus celebravam sete festas e festivais cada ano. Esses feriados são marcas espirituais importantes no calendário dos judeus.

1. Páscoa e a Festa dos Pães Asmos. A Páscoa ocorre no 14º de Nisan e a Festa dos Pães Asmos ocorre durante a semana seguinte. O propóstio da combinação dessas festas é relembrar o livramento dos antigos hebreus do Egito (Êxodo 12:15).

2. Pentecostes (Festa das Semanas). Ocorre 50 dias após a Páscoa. É um tempo de alegria que originalmente marcou a colheita do trigo em Israel (Levítico 23:15-17).

3. Rosh Hashanah (Ano Novo Judaico). Ocorre no primeiro dia do mês Tishri. De acordo com os rabinos, este foi o dia em que Deus criou o mundo (mas a Bíblia não confirma isto).

4. Yom Kippur (Dia de Expiação). O décimo dia do mês Tishri não é para celebração, mas é solene e santo. A Bíblia dá regras complexas sobre o que os judeus poderiam fazer nesse dia (Levítico 16).

5. Succoth (Festa dos Tabernáculos). Dura uma semana, indo do 15º ao 22º dia de Tishri. É o tempo dos judeus se lembrarem do cuidado de Deus para com seu povo durante os quarenta anos no deserto (Levítico 23:39-43). Originalmente, também celebravam a colheita do outono.

6. Hanukkah (Festa da Dedicação). Esta celebração também dura uma semana, começando no 25º dia do mês Kislev. Não é mencionada no Velho Testamento porque celebra um evento ocorrido depois que o Velho Testamento foi escrito. Cerca de 150 anos antes de Cristo, os judeus conduzidos por Judas Macabeus foram vitoriosos sobre os sírios liderados por Antioco Epifânio. Hanukkah lembra aquela vitória.

7. Purim. No 14º e 15º dias do mês Adar, os judeus celebram o festival que se reporta ao livro de Ester. Lá lemos como Deus livrou os judeus da destruição quando Mordecai e Ester frustraram o plano de Hamã (Ester 9).

Esse conjunto de festas não deve ser o mesmo que celebramos, mas têm os mesmos propósitos dos nossos feriados religiosos - permitir às pessoas interromperem suas rotinas e lembrarem-se de Deus. Assim como festejamos a Páscoa, o Natal e outros dias especiais, renovamos nossa fé no Senhor de todos os tempos, passado, presente e futuro.

Assim como um relógio marca a passagem de minutos e horas, um calendário marca a passagem de unidades maiores de tempo - dias, semanas, meses, anos e mesmo séculos. Um calendário tem várias funções. Naturalmente é importante para manter controle dos eventos na história. Também regula as atividades humanas diárias tais como negócios, governo, agricultura e práticas religiosas. O calendário que usamos representa uma interação entre um conhecimento crescente do sistema solar e a tradição histórica e religiosa. Para os cristãos, o calendário pode nos lembrar da necessidade de "contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Salmo 90:12).

 



 
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